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Justiça tranca inquérito contra vereador Salvino Oliveira e vê indícios de ‘perseguição política’

Vereador Salvino Oliveira na porta do presídio de Benfica, ao ser solto nesta sexta-feira Reprodução/TV Globo A Justiça do Rio determinou o trancamento do i...

Justiça tranca inquérito contra vereador Salvino Oliveira e vê indícios de ‘perseguição política’
Justiça tranca inquérito contra vereador Salvino Oliveira e vê indícios de ‘perseguição política’ (Foto: Reprodução)

Vereador Salvino Oliveira na porta do presídio de Benfica, ao ser solto nesta sexta-feira Reprodução/TV Globo A Justiça do Rio determinou o trancamento do inquérito policial que investigava o vereador eleito do Rio Salvino Oliveira Barbosa por suposta ligação com organização criminosa. Na decisão, o juiz Renan de Freitas Ongaratto, da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa, afirmou que não há “justa causa” para manter a investigação contra o parlamentar e apontou “flagrantes ilegalidades” na condução do procedimento investigativo. O magistrado também citou indícios de possível uso do aparato policial para “fins de perseguição política”. Segundo a decisão, a principal evidência usada para incluir Salvino na investigação era uma conversa de WhatsApp entre Edgar Alves de Andrade, o Doca, e Elder de Lima Landim, o Dom, datada de março de 2025. Na troca de mensagens, os dois mencionariam uma suposta autorização para que o vereador “trabalhasse” na Gardênia Azul e recebesse apoio a projetos. 'Não pense que vai ficar assim', diz vereador Salvino após ser solto, em março Para o juiz, porém, o diálogo isolado não sustenta a continuidade da investigação. “Até o presente momento não há (...) qualquer outro elemento concreto que indique conduta criminosa praticada pelo investigado”, escreveu o magistrado. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil e aguarda posicionamento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Sigilo derrubado Além do trancamento do inquérito em relação a Salvino, o juiz também determinou o levantamento do sigilo do processo principal e de um procedimento relacionado à quebra de sigilo telefônico e telemático de investigados. O magistrado entendeu que não há interceptações telefônicas em andamento que justifiquem a manutenção do sigilo absoluto dos autos. Apesar disso, os processos continuarão tramitando em segredo de Justiça devido à presença de dados sensíveis e à continuidade das investigações contra outros investigados citados no caso. A decisão também autorizou oficialmente a habilitação dos advogados de defesa nos autos. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop.

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