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Mulher de Ramagem não tem atestado reconhecido e vai precisar justificar ausências, diz PGE-RR

Casal Rebeca e Alexandre Ramagem está nos EUA Repodução/Instagram A Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR) informou que não reconheceu o atestado ...

Mulher de Ramagem não tem atestado reconhecido e vai precisar justificar ausências, diz PGE-RR
Mulher de Ramagem não tem atestado reconhecido e vai precisar justificar ausências, diz PGE-RR (Foto: Reprodução)

Casal Rebeca e Alexandre Ramagem está nos EUA Repodução/Instagram A Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR) informou que não reconheceu o atestado médico da procuradora Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues, que venceu nesta quinta-feira (19). Segundo o órgão, a servidora faltou a duas perícias presenciais agendadas para validar a licença. Sem o documento oficial, ela não esteve formalmente afastada e a ausência virou alvo de apuração administrativa interna. Com o fim do prazo e sem a validação da junta médica, a procuradora solicitou 78 dias de férias acumuladas, que começam a contar a partir desta sexta-feira (20). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Existe, portanto, uma lacuna entre os dias 7 de janeiro e 19 de fevereiro, período que precisará ser justificado internamente por Rebeca. Nesta quarta-feira (18), Rebeca Ramagem publicou um vídeo nas redes sociais. Na gravação, ela alega ser vítima de perseguição política, ao afirmar que o governo estadual negou a realização da sua perícia por telemedicina e suspendeu o regime de teletrabalho dela de forma arbitrária. Sobre o exame médico, a Secretaria de Gestão Estratégica e Administração (Segad) explicou que Roraima não possui lei ou estrutura técnica para realizar avaliações de capacidade de trabalho de forma online. Por isso, a presença física da procuradora foi exigida nas duas perícias, às quais ela não compareceu. Em relação à rotina de trabalho, a PGE-RR documentou que Rebeca não atua em regime remoto há mais de cinco anos. Segundo o órgão, o teletrabalho da procuradora foi cancelado em agosto de 2020 a pedido da própria servidora. Na mesma época, Rebeca solicitou transferência definitiva para a unidade da PGE em Brasília (DF). O pedido foi aceito e, desde então, a lotação oficial dela exige atuação presencial na capital federal. O estado reforça que, por esse motivo, não houve nenhuma suspensão recente do trabalho remoto dela. No vídeo publicado, a procuradora também reclamou de uma suposta quebra de igualdade, afirmando que um terço dos procuradores de Roraima trabalha remotamente. A PGE justificou que as regras gerais do teletrabalho estão em revisão normativa e, desde dezembro de 2025, novos pedidos de adesão ao sistema foram suspensos para todos os procuradores. Veja reportagem sobre o casal Ramagem: Ministério da Justiça confirma envio de extradição de Ramagem ao Supremo e aos EUA Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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