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Mulher morta pelo ex clínica em Boa Vista era 'luz e alegria' da família, diz irmã

Telma de Mello Faria tinha 36 anos e deixou um filho de 13 anos Reprodução A contadora Telma de Mello Faria, de 36 anos, assassinada a tiros pelo ex-companhei...

Mulher morta pelo ex clínica em Boa Vista era 'luz e alegria' da família, diz irmã
Mulher morta pelo ex clínica em Boa Vista era 'luz e alegria' da família, diz irmã (Foto: Reprodução)

Telma de Mello Faria tinha 36 anos e deixou um filho de 13 anos Reprodução A contadora Telma de Mello Faria, de 36 anos, assassinada a tiros pelo ex-companheiro, era considerada a "luz e alegria" da família. Em uma homenagem à irmã, Beatriz Mello, de 23 anos, afirmou que vai guardar na memória a parceria que tinha com Telma, mas destacou que, agora, o sentimento é de revolta. Telma foi assassinada nesta quarta-feira (16) quando chegava para trabalhar numa clínica no bairro Mecejana, zona Oeste de Boa Vista. Ela foi atacada no estacionamento por Diego de Souza. Após cometer o crime, ele fugiu no carro dela e foi encontrado morto horas depois. Um vídeo registrou o crime (assista abaixo). A vítima deixou um filho de 13 anos. Ela era a mais velha de quatro irmãs. A caçula, Beatriz, lembrou de como Telma era uma presença essencial para a família. O sepultamento de Telma ocorre nesta quinta-feira (17). "Ela era luz e alegria, sempre foi minha parceira em tudo, mesmo com tudo, quero lembrar apenas da sua vida, porque ela era cheia de vida", disse Beatriz. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Mulher é morta a tiros em estacionamento de clínica médica em Boa Vista "Apesar de todo o apoio que demos, o que fica hoje é só a revolta de um sistema falho, de uma luta que parecia já perdida", acrescentou a irmã. Em homenagem nas redes sociais, a irmã destacou o privilégio de crescer com a ajuda de Telma, a quem chamou de "âncora em tudo". "A forma dolorosa e covarde que você foi retirada de mim, a dor do vazio, do quarto vazio sem você, do mesmo perfume que a gente compartilha. Você lutou até o fim, por todas nós, pelo seu menino. Hoje eu só queria que você voltasse pra casa com uma cerveja na mão e cantando alto. Obrigada por tanto, você era minha âncora em tudo." A clínica em que Telma trabalhava fechou após o feminicídio. Em nota, se solidarizou com a família e destacou a "grande profissional" que era ela. "Telma Mello será lembrada por sua dedicação, competência e pela excelência com que desempenhou seu trabalho. Mais do que uma grande profissional, ficam as lembranças, os momentos compartilhados e a saudade de quem teve o privilégio de conviver com ela", destacou. Uma semana antes de ser assassinada, Telma denunciou o ex-companheiro à Polícia Civil por agressões e ameaças, e conseguiu uma medida protetiva com ele. Diego de Souza chegou ao local do crime horas antes da vítima. Reprodução/Redes sociais Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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