Transportadora é autuada após apreensão de 2,2 mil canetas emagrecedoras irregulares em MS
Ação foi desencadeada após identificação de encomendas suspeitas pela Sefaz. Divulgação SES Uma transportadora foi autuada após uma operação conjunta ...
Ação foi desencadeada após identificação de encomendas suspeitas pela Sefaz. Divulgação SES Uma transportadora foi autuada após uma operação conjunta da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e da Coordenadoria Estadual de Vigilância Sanitária apreender 2.225 ampolas e canetas emagrecedoras irregulares, além de 129 cigarros eletrônicos e frascos de essências líquidas, nesta quinta-feira (25), em Campo Grande. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a quantidade apreendida é semelhante ao volume normalmente encontrado em cerca de um mês de fiscalizações em remessas postais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Entre os produtos apreendidos estavam medicamentos injetáveis, canetas emagrecedoras que supostamente continham substâncias como tirzepatida e retatrutida, além de ácido hialurônico, peptídeos, toxina botulínica e suplementos alimentares comercializados de forma irregular. LEIA MAIS: Rota da magreza: contrabando de canetas emagrecedoras passa a usar o corredor do tráfico de drogas em MS Agora no g1 Como a fiscalização começou A operação teve início depois que a Sefaz identificou diversas embalagens individuais suspeitas e acionou a Vigilância Sanitária para realizar a inspeção. De acordo com a equipe técnica, apesar de não se tratar de um único carregamento de grande porte, a quantidade de produtos apreendidos chamou a atenção. As encomendas estavam distribuídas em vários volumes individuais, em um formato semelhante ao das remessas postais. A transportadora responderá a um processo administrativo na Vigilância Sanitária Estadual. Segundo o órgão, a empresa será autuada por não ter mecanismos internos capazes de identificar e impedir o transporte de mercadorias irregulares, já que a suspeita foi identificada inicialmente pela Sefaz. Para o fiscal da Vigilância Sanitária Estadual e responsável pela área jurídica do órgão, Matheus Pirolo, o caso mostra a necessidade de reforçar os controles internos das transportadoras. "A descoberta não ocorreu por mecanismos próprios da transportadora, mas sim a partir da atuação da Secretaria de Fazenda. Isso demonstra a necessidade de aprimoramento dos controles internos para impedir a circulação econômica de produtos irregulares." Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: